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Usina de lixo zero está prestes a ser instalada em São Bento do Sul


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Nesta semana o prefeito Magno Bollmann juntamente com o presidente do Samae Fridolino Van Den Boom e o analista de saneamento Marco Rodrigo Redlich estiveram na sede da empresa Veiga, no município de Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul.

O motivo da visita foi a realização de uma vistoria no processo de fabricação e montagem dos equipamentos que irão compor a usina de lixo zero de São Bento do Sul, processo inédito no Brasil e que fará de São Bento do Sul o município modelo no país no que se refere à destinação e aproveitamento dos resíduos sólidos.

Conforme relatou o presidente do Samae Fridolino Van Den Boom, “nós fomos até a sede da empresa Veiga para inspecionar o andamento dos trabalhos conforme especificado em contrato, pois o Samae só libera as parcelas do pagamento à empresa mediante inspeções de acompanhamento da evolução dos trabalhos, e o que vimos é exatamente o que esperávamos. Tudo dentro do cronograma já com as máquinas em fase de montagem, o que para nós não foi surpresa haja visto a seriedade e profissionalismo da empresa vencedora da licitação para o fornecimento de todos estes equipamentos para a nossa usina de lixo zero”, comentou Fridolino.

Conforme relatou Marco Rodrigo Redlich, a previsão é para que neste mês de agosto todas as máquinas estejam montadas e devidamente acabadas e prontas para operação.

Já no mês de setembro todo o maquinário será transportado e montado no galpão recém adquirido pelo Samae exclusivamente para implantação da usina de lixo zero, e em paralelo também estará sendo implantado no espaço o biodigestor, equipamento que transformará o lixo orgânico em gás, gerando energia elétrica que será utilizada pelo próprio Samae.

E no mês de outubro iniciará a fase de produção com a utilização do lixo orgânico, que durante aproximadamente três semanas será depositado no biodigestor para então começar a produção de gás, que será convertido em energia elétrica.


Mais economia

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Com a montagem dos equipamentos da usina de lixo zero o Samae também recebeu uma notícia muito positiva. Conforme Fridolino, além de toda a economia que teremos com o aterro sanitário, pois a usina transformará o lixo em matéria prima para a produção de peças pré-moldadas, o que estava planejado com a utilização do biodigestor na usina de lixo zero era a geração de aproximadamente R$ 30.000,00 de energia elétrica por mês, mas depois das últimas análises realizadas com os equipamentos que estão sendo montados, a empresa informou ao Samae que esta geração de energia, considerando o montante de resíduos orgânicos recolhidos em São Bento do Sul atualmente, será de aproximadamente R$ 50.000,00 por mês.

Esta notícia foi muito bem recebida, principalmente porque contribuirá diretamente para que todo o investimento da usina de lixo zero, que totaliza cerca de R$ 7,88 milhões com recursos próprios do Samae, e que se pagaria em 30 meses de operação, agora se pagará em menos tempo.

Para o prefeito Magno Bollmann, acompanhar este processo de desenvolvimento da usina de lixo zero para São Bento do Sul foi uma grande satisfação.

Magno comentou que já na década de 1990 um grande trabalho envolvendo a comunidade era iniciado com o objetivo de dar uma destinação correta ao lixo produzido no município.

O prefeito lembrou que a partir daquela época iniciaram os trabalhos de conscientização nas escolas para as crianças, posteriormente era dado início à cooperativa de catadores e ainda foram realizadas viagens inclusive ao exterior para conhecer projetos na área.

Nós tínhamos no passado um projeto de usina de lixo zero com um custo de R$ 30 milhões de reais, projeto este que não foi viabilizado justamente pela questão dos recursos que não possuíamos”, lembrou o prefeito.

Sobre a usina que está prestes a ser instalada o prefeito destacou ainda que a “intenção com esta usina de lixo zero será de atender futuramente até municípios vizinhos compartilhando os custos”.

E finalizando, o prefeito ainda destacou que com a usina de lixo zero entrando em operação “este projeto será um exemplo para Santa Catarina e para o Brasil. Seremos a vitrine para que esta tecnologia seja replicada pelo país e estaremos transformando nosso lixo em materiais para utilização na própria cidade. Será a indústria do lixo zero, e só chegamos a este momento graças ao trabalho de parceria entre Samae, Prefeitura, comunidade, cooperativa de catadores, e particularmente das escolas”, finalizou o prefeito.

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