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A vista do meu ponto - Jonny Zulauf


Advogado


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FALÊNCIA DOS ESTADOS

Terça, 12 de abril de 2016

Já é conhecido o colapso econômico de estados brasileiros como o Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, cujas finanças paralisaram até atividades vitais de sua incumbência elementar de saúde, segurança, educação e salários de seus servidores. Avaliadores de indicadores públicos revelam que dois outros estados caminham invariavelmente para esta caótica situação, destacando-se o Paraná e Minas Gerais. A conjuntura nacional e seus efeitos na arrecadação agravam mais o perfil temerário que em nenhum destes exemplos pode ser anunciado como surpresa aos gestores públicos. Em sendo previstos, foram e estão sendo aceitos passivamente pelos gestores de plantão, o que lhes é conferido, nos mais elementares princípios de administração: A responsabilidade direta. Declarações do Secretário de Estado da Fazenda de Santa Catarina, na última semana também indicam a deterioração das contas e a absoluta incapacidade de investimento do Estado. Entretanto, as perdulárias Secretarias Regionais, hoje denominadas de agências, continuam abrigando inúteis servidores e gerando custos de manutenção incomensuráveis. Cargos de “confiança” sobrepostos para acolher correligionários continuam como sempre. A meritocracia e a avaliação de eficiência continua ignorada. Enquanto não penalizados os gestores por seus atos, vai ficar tudo como está no exemplo PT

 

BARES 1

A grande maioria das cidades possuem, ao lado de outros ícones que as identificam, um ponto de encontro num Bar ou logradouro público. Alguns são perenes como o caso de um Pub que visitei em Londres, Lamb and Flag, em atividade desde o ano de 1615. Aqui pertinho, em Curitiba dois clássicos: O Bar Stuart, na praça Osório,  aberto no ano de 1906 e o Restaurante Bar Palácio hoje com 83 anos de atividade. Ali em Joinville, o Empadas Jerke,  uma tradição desde 1922. Alguns tradicionais de São Bento marcaram época mas fecharam, a exemplo do Bar do Xerife, o Toni, o Centenário, o Palmeiras. Estes dois últimos com inúmeros apelidos conforme o “barman” de plantão. Havia, ainda, o Sluminski na 25 de Júlio, o Bar São Bento com a máquina de fazer sorvetes que concorria com o Beckert, junto ao “Salão Béca” e o Bar Central.  Quem viveu na época, não pode esquecer da Bar do Bork/Arno/Lola e etc, um dos presentes ao alvorecer da nossa vila. Fora do centro, em plena atividade, outros e não menos clássicos ambientes fazem parte do cotidiano como o Zieman em Rio Vermelho, o Schiessl na Estrada da Serra. Em Oxford, no trevo, a Primar sempre teve seus concorrentes nas outras esquinas, mas já é tradição, cada um com suas características e ofertas típicas de bebidas bem como popularmente conhecidas “comidas de boteco.” Quem experimentou não esquece do bolinho de carne da D. Helga, da Primar e do Brüske, bem como o “croquete de camarão” que o Mallom sempre vendia num preço “especial para você!”

 

BARES 2

Hoje, dentre outros como os estrategicamente associados à escolas e universidade com sua clientela exclusiva, é moderno e irreverente o “Escritório” e a nova edição de um “Trefpunkt”. No “Tref” da Nereu Ramos, como é apelidado, vale a visita pela decoração do seu titular, Marcelo. Entre os que não prometem muito mas surpreendem pelos quitutes e o rollmops, é o pequeno Schnaps Bude. O tema Bar é provocador de inúmeras lembranças principalmente à mesa de um deles. Há muitos mais, mas o fígado impõem limites. Mas, para arrematar, uma referência cultural: Um bar “suspeito”, em atividade no início do século passado, logo adiante de onde mais tarde foi construído o Hotel Swarowski (Hoje Stelter), chamava-se Casa da Dinda, com atividades mais “noturnicas”, foi o precursor dos bares alternativos que também fazem parte do folclore de todas as cidades no padrão “tolerância”. O empreendimento transferiu-se para Blumenau e, com o nome Dakar, foi referência nacional! Deste ambiente de muita felicidade e alegria dá para falar, pois todos seus frequentadores já faleceram e eu era inocente criança no Kindergarten. Neste tema bar, vale, ainda, lembrar de Nelson Gonçalves: “Naquela mesa estava sentado ele e me dizia sempre o que é viver melhor. Naquela mesa ele contava histórias, que hoje eu guardo e sei de cor...”. Saudades de alegres e bons amigos.

 

GÁS NATURAL INÚTIL

É estarrecedora a notícia de uma “pequena falha” técnica, ou de planejamento da Petrobrás. Não bastassem os desmandos por corrupção da alta administração da Companhia aparelhada pela quadrilha do PT, mas certamente contaminando a parte técnica da empresa, são colhidos outros desmandos que geram perplexidade. Por falta de estrutura de condução e distribuição, o Brasil devolve à natureza o volume equivalente ao gás importado da Bolívia. É o gás gerado com a extração do petróleo não pode ser comercializado por falta de estrutura de transporte, optando-se em reinjetá-lo nos reservatórios de petróleo. Em janeiro deste ano, foram devolvidos às fossas subterrâneas 30,4 milhões de m3 por dia, enquanto a Petrobrás gastou US$ 154,5 milhões importando 31,7 milhões de metros cúbicos por dia da Bolívia. Pagou, ainda, 115,7 milhões para comprar 14,1 milhões de m3 por dia, na forma de gás natural liquefeito (GNL). Ao lado disso, o preço do gás não acompanha a queda das cotações internacionais. É, igualzinho a gasolina e, estranhamente o álcool. Aqui em São Bento, a Tuper Óleo e Gás continua ociosa na produção de tubos para atender esta finalidade. Êta Brasil!!!

 

UM ANO

Em 10 de abril de 2016, passou um ano desde que começaram as minhas provocações semanais. 



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